quarta-feira, 20 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
Quantos padrinhos posso convidar?
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Retratos
A crise x Casamento
Crise chega ao altar e noivos cortam gastos na hora do sim Qui, 7 Mai, 17h31 . SÃO PAULO - A crise financeira internacional chegou ao altar e, para não adiar a tão esperada hora do sim, muitos noivos estão cortando os gastos com a cerimônia e a festa de casamento. De acordo com a cerimonialista carioca, Emanuelle Missura, os primeiros a sentirem a redução dos gastos são os parentes e amigos mais distantes, visto que, para economizar, a primeira medida do futuro casal é diminuir a lista de convidados.
"O casamento é a realização de um sonho, por isso, mesmo com crise, as pessoas não deixam de casar. Contudo, os noivos, especialmente da classe média, estão optando por cerimônias mais intimistas, somente com os amigos e parentes mais próximos, já que tudo em um casamento é cotado por pessoa", diz.
Supérfluos
Além de listas menores, quem for a um casamento em tempos de crise deve sentir falta das tradicionais lembrancinhas, de bebidas mais sofisticadas e de música ao vivo. "As pessoas estão cortando supérfluos, trocando a música ao vivo pelo DJ, o jantar pelo coquetel e economizando bastante na decoração", revela a cerimonialista. Confirmando o relato de Emanuelle, alguns prestadores de serviços já estão sentindo os efeitos da crise no bolso. É o caso do coral Allegro, que, segundo o maestro e proprietário, Renato Misuik, entre os meses de setembro e dezembro, notou uma diminuição significativa na procura por orquestras e cantores de casamento . O mesmo ocorreu no setor de aluguel de automóveis. Em entrevista à Agência Brasil, Fernando Deodato, que trabalha com aluguel de carros para noivas, disse que seu negócio registrou queda desde o começo da crise. "Alguns casais pedem apenas os serviços de motorista para economizar", contou.
Outras medidas
Outra tendência apontada pela organizadora de casamentos, Emanuelle Costa, é a realização de cerimônias diurnas. "Casando de dia, o casal não terá despesas com iluminação, as roupas podem ser mais simples, além da possibilidade dos noivos cortarem o uísque e não precisarem servir vinho tinto, por exemplo, que só deve ser servido em cerimônias noturnas." Contudo, alerta a cerimonialista, "se a pessoa tiver de viajar, pois quer realizar uma cerimônia na Serra, por exemplo, ou mesmo optar por servir um almoço, ela pode gastar mais do que gastaria com um coquetel durante à noite". Por fim, ela orienta aos casais que estão pensando em se casar que se programem com antecedência e realizem uma boa pesquisa de preços, devendo observar sempre a qualidade e optando pelo melhor custo-benefício, e não simplesmente pelo mais barato.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
A maquiagem perfeita para noiva
Flores
- Porque me faz lembrar minha vozinha que amo tanto;
- Porque são lindas;
- Porque não pesa no orçamento;
- Porque um casamento de dia elas ficam lindas;
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Como economizar na balada !
- Diminui às saídas;
- Salão só de 15 em 15 dias;
- Limpeza e hidratação em casa;
- Parei de locar filmes;
- Nem passo pelo shopping para não cair em tentações;
- Nada de conhecer restaurantes novos;
- Casamento fora da cidade e festa fora da cidade nem pensar;
- Comprar roupa nova nem no sonho;
- Parei de dar presente de aniversário para amigos e parentes;
- Lanches fora de casas também cortei;
Estudei em Publicidade e Propaganda todas essas armadilhas, mas não custa nada relembrar para não cair em tentação.
8 armadilhas comuns em supermercados e shoppings
- O cliente não pode andar rápido! E jamais chegar rapidamente ao seu destino. Usualmente, você só coloca itens no seu carrinho se fizer uma breve parada, ou reduzir a velocidade. Por esta razão, a loja faz o possível para que você pare várias vezes ao longo do seu caminho, e tenha tempo de olhar as ofertas à sua volta. O supermercado já é desenhado tendo em vista este objetivo (bastam 2 clientes para criar um congestionamento em qualquer curva, e fazer todo mundo parar ou andar beeeeem devagar), e ainda há dezenas de truques catalogados, como os corredores de ovos de páscoa, atrações com forte apelo para crianças (um forte estímulo para famílias pararem), atrações para adultos, escadas rolantes internas, distribuição de amostras, cafezinho, etc. Seria fácil acabar com os congestionamentos nas escadas rolantes dos shoppings, mas a quem isso interessaria?
- Os itens que você compra com mais freqüência estão longe: geralmente no fundo ou na lateral da loja. Já os itens com maiores margens de lucro, que você compra por impulso ou em ocasiões especiais estão logo na entrada, e você tem que passar por vários deles até chegar à padaria, aos refrigerentes ou às frutas e verduras. E depois tem que passar por eles novamente na volta. Dupla chance para o impulso de compra acontecer!
- Os itens mais procurados estão sempre no meio do corredor: E a razão é simples: para chegar até eles, você terá que passar por um caminho maior, vendo todos os demais itens daquela seção. E a loja estará fazendo o possível para que o impulso de compra se manifeste neste caminho.
- Os preços e quantidades são escolhidos para dificultar as comparações: ou pelo menos sem a preocupação de facilitar a comparação. Muitas vezes a comparação intuitiva (sem de fato fazer a conta completa em sua mente) leva o consumidor a não perceber qual seria de fato a opção mais vantajosa para ele.
- Os itens mais comprados por impulso estão na fila do caixa: Todo consumidor passa longos minutos de tédio na fila para pagar, e a loja tenta garantir que ele tenha um bom suprimento de produtos pequenos e com alta margem de lucro ao seu redor: DVDs, revistas, chocolates selecionados (e sempre em embalagem individual), e até mesmo refrigerantes gelados, com forte apelo de consumo para quem passou uma hora arrastando um carrinho por uma área do tamanho de um estádio de futebol.
- Os produtos mais caros estão na altura dos seus olhos: Procure a prateleira das pastas de dente, ou a do sabão em pó, e compare. A marca ou tamanho com maior margem de retorno para o supermercado estarão na altura dos seus olhos. As opções econômicas tendem a estar no nível do chão, e estariam no subsolo se o lojista conseguisse dar um jeito.
- A ilusão do produto “classe A”: produtos com maior margem de lucro muitas vezes têm como seu diferencial apenas uma idéia ou conceito, no qual você é levado a acreditar apenas porque ele vem em uma embalagem diferente, ou porque é colocado em uma “área nobre”, ou - principalmente - devido aos comerciais dele na TV. Isso não significa que não existem produtos nobres, mas sempre pare para pensar se o diferencial é real ou apenas uma ilusão.
- O tamanho do carrinho: Lojas de departamentos e supermercados procuram oferecer carrinhos de compras espaçosos, para facilitar o surgimento da sensação de que ainda há muito espaço disponível, portanto você ainda pode pegar bem mais itens. Compare os carrinhos disponíveis em hipermercados que investem pesadamente em marketing, e o do mercadinho da sua rua: é bastante provável que o do hipermercado (onde há verba disponível) seja sempre novo, de 2 andares (o dobro da área que você percebe como vazia), mais largo que o usual. Quem tem verba de marketing e pesquisa a psicologia do consumidor sabe que vale a pena investir nesta sensação.